quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Despedida

"A noite vinha fria
negras sombras a rondavam
era meia-noite
e o meu amor tardava


A nossa casa, a nossa vida
foi de novo revirada
à meia-noite
o meu amor não estava"

Deolinda - Clandestino



Não estava, nem estará.

É assim, é verídico e, pelos vistos, é irreversível.

E a vida continua... mais uma cabeçada, quase que sugestiva de causar traumatismo craneano, mas tudo passa...



Adeus. Fica bem.

2 comentários:

Inês disse...

Não sei bem o que dizer mas talvez encontres finalmente o que verdadeiramente procuras...

Anónimo disse...

olá também estou numa fase parecida fica uma letra de Jorge Palma acho que diz tudo.

"Tira a mão do queixo não penses mais nisso
o que lá vai já deu o que tinha a dar
quem ganhou ganhou e usou-se disso
quem perdeu há-de ter mais cartas p´ra dar
E enquanto alguns fazem figura
outros sucumbem á batota
chega a onde tu quiseres
mas goza bem a tua rota

Enquanto houver estrada p´ra andar
a gente não vai parar
enquanto houver estrada p´ra andar
enquanto houver ventos e mar
a gente vai continuar
enquanto houver ventos e mar

todos náo pagamos por tudo o que usamos
o sistema é antigo e não poupa ninguém
somos todos escravos do que precisamos
reduz as necessidades se queres passar bem
que a dependência é uma besta
que dá cabo do desejo
a liberdade é uma maluca
que sabe quanto vale um beijo"

fica bem bjs