Já não gosto de ti, já não te adoro e muito menos te amo.
Já não penso em ti todas as horas dos meus dias, já nem sequer penso em ti nas minhas horas mais livres.
Já não te quero.
No entanto, é estranho ver como este pobre e doentio coração ainda salta, taquicardia descontrolada, cada vez que vejo uma mensagem tua no meu telemóvel, nem que seja de Natal ou de aniversário, cada vez que te vejo no MSN, cada vez que vejo uma foto tua perdida neste computador desarrumado. É estranho ver que ainda és tu que surges em conversa quando eu pergunto inocentemente às minhas amigas: "Sabem quem é que me ligou?", é sempre a tua imagem que lhes vem à cabeça, e nem elas me sabem dizer porquê.
Mas eu talvez saiba. Tu foste a pessoa por quem eu fiz coisas que disse que nunca faria, por quem eu sofri e lutei até perder todas as minhas forças, por quem eu não dormi durante várias noites, por quem eu me rebaixei até ao mais fundo dos poços. Tu foste a pessoa que mais me magoou e, ironicamente, aquela que eu mais amei.
Ás vezes esforço-me por recordar o nosso último momento, por relembrar a última vez que os teus lábios tocaram os meus, que os teus olhos olharam nos meus. Mas não me lembro. Não sei quando foi que aconteceu o nosso último beijo. Já não sei. Não me lembro da nossa última conversa, antes de terminarmos, não me lembro da última vez que jantámos juntos, nem da última vez que dormimos juntos. Lembro-me, sim, do nosso primeiro beijo, do nosso primeiro jantar, da primeira vez que me tocaste e eu senti um arrepio nunca antes sentido. Lembro-me da nossa quase primeira vez (e isto dava outro post) e lembro-me das nossas noites de cinema em casa, rodeados de pipocas maioritariamente esturricadas.
Já não penso em ti todas as horas dos meus dias, já nem sequer penso em ti nas minhas horas mais livres.
Já não te quero.
No entanto, é estranho ver como este pobre e doentio coração ainda salta, taquicardia descontrolada, cada vez que vejo uma mensagem tua no meu telemóvel, nem que seja de Natal ou de aniversário, cada vez que te vejo no MSN, cada vez que vejo uma foto tua perdida neste computador desarrumado. É estranho ver que ainda és tu que surges em conversa quando eu pergunto inocentemente às minhas amigas: "Sabem quem é que me ligou?", é sempre a tua imagem que lhes vem à cabeça, e nem elas me sabem dizer porquê.
Mas eu talvez saiba. Tu foste a pessoa por quem eu fiz coisas que disse que nunca faria, por quem eu sofri e lutei até perder todas as minhas forças, por quem eu não dormi durante várias noites, por quem eu me rebaixei até ao mais fundo dos poços. Tu foste a pessoa que mais me magoou e, ironicamente, aquela que eu mais amei.
Ás vezes esforço-me por recordar o nosso último momento, por relembrar a última vez que os teus lábios tocaram os meus, que os teus olhos olharam nos meus. Mas não me lembro. Não sei quando foi que aconteceu o nosso último beijo. Já não sei. Não me lembro da nossa última conversa, antes de terminarmos, não me lembro da última vez que jantámos juntos, nem da última vez que dormimos juntos. Lembro-me, sim, do nosso primeiro beijo, do nosso primeiro jantar, da primeira vez que me tocaste e eu senti um arrepio nunca antes sentido. Lembro-me da nossa quase primeira vez (e isto dava outro post) e lembro-me das nossas noites de cinema em casa, rodeados de pipocas maioritariamente esturricadas.
Estranhamente, não me lembro dos momentos maus que vivemos, não me lembro com exactidão da nossa última discussão, não me lembro bem das minhas noites de choro em busca de uma chamada ou de uma mensagem no telemóvel que nunca chegou. Não me lembro disso, mas gostava de recordar esses momentos e apagar da minha mente as boas recordações que tenho de ti. Preferia mil vezes recordar as lágrimas, mas só me lembro dos sorrisos. E isso faz-me confusão, porque não percebo.
Mas agora, mesmo assim, eu sei já não te amo. Embora, ás vezes, ainda me apeteça encontrar-te novamente, olhar-te nos olhos e quem sabe esbofetear-te ou cuspir-te na cara.
E isso faz com que me pergunte se isso significa que, afinal, não estás assim tão esquecido.
Mas agora, mesmo assim, eu sei já não te amo. Embora, ás vezes, ainda me apeteça encontrar-te novamente, olhar-te nos olhos e quem sabe esbofetear-te ou cuspir-te na cara.
E isso faz com que me pergunte se isso significa que, afinal, não estás assim tão esquecido.
Não quero saber a resposta.


4 comentários:
Eu sei a resposta*
aiiiiiii
quando o coração teima em ser mais forte que a razão... é complicado :s
beijocaa
bom fim de semana linda!!!
eu as vezes também tenho vontade de cuspir e dar estaladas ao meu ex....enfim....naõ se percebe.....
Espero um dia aqui chegar e saber que separaste o trigo do joio :)
Beijo meu ♥,
A Elite
Enviar um comentário